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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Change!

Não gosta do emprego, mas não encontra outro? Confira dicas

Após algum tempo no mesmo emprego, é comum os profissionais ficarem desmotivados, e até mesmo insatisfeitos. Afinal, passado o período de "êxtase" por ter conseguido a vaga, os defeitos da empresa e dos colegas de trabalho ficam mais visíveis. Quando esses defeitos começam a incomodar em excesso, aqueles que não são acomodados passam a procurar novo emprego e mandar currículos.

Porém, não raro, e, principalmente, frente à atual crise, conseguir outro emprego parece impossível. Poucas empresas dão retorno quanto aos currículos e poucos candidatos conseguem chegar à etapa da entrevista. Isso pode acontecer por vários motivos. Pelo fato de estar empregado, por exemplo, o profissional pode estar sendo exigente demais ao selecionar as empresas onde gostaria de trabalhar. Além disso, há empregadores que dão preferência aos desempregados.

O importante é não desistir. Na opinião do presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, por conta da crise, dependendo do ramo de atuação do profissional, o mercado hoje não está fácil, de forma que as pessoas que estão trabalhando devem se sentir bem consigo mesmas, pelo simples fato de terem um emprego, enquanto milhares estão sendo demitidas.

Veja o que fazer

Pode ser que a solução quanto à sua infelicidade no trabalho esteja mais perto do que imagina. Você já pensou na possibilidade de mudar de área dentro da própria empresa? "Analise a causa de sua insatisfação", recomenda Abrileri. Se o problema for o relacionamento ruim que tem com o superior direto ou com os colegas de equipe, migrar para outra área pode ser uma boa pedida. O mesmo vale para casos em que a falta de motivação tem a ver com a atividade realizada.

A questão é a falta de perspectivas, com relação a cargos e salários? Então, vale a pena tentar conversar com o departamento de Recursos Humanos. Se a empresa tiver um RH sério, competente e engajado, seu problema pode ser resolvido. O presidente da Curriculum.com.br apenas ressalta que ninguém pode falar para o RH ou o superior que está descontente. "Esse recado deve ficar nas entrelinhas. Fale que está disposto a encarar novos desafios, se mostre mais proativo... Mas não diga que está infeliz".

Existem casos, entretanto, em que ser claro é preciso. Por exemplo, quando um profissional formado não trabalha em sua área de formação. Imagine uma pessoa formada em publicidade, que trabalha em uma agência publicitária, mas como secretária. "Ela pode muito bem dizer a seus superiores que gostaria de aplicar o que aprendeu na faculdade", explica Abrileri.

Não resolveu? Continue a mandar currículos!

Caso tenha tentado resolver o problema causador da insatisfação internamente, mas não tenha obtido sucesso, a recomendação é para que não desista e continue a procurar um novo emprego. Tenha certeza de que uma hora você vai conseguir. O importante é procurar da maneira correta. "Elabore um bom currículo, se cadastre em bons sites de recolocação profissional, e reserve uma hora do seu dia para procurar vagas e mandar currículos. Porém, use um e-mail pessoal para fazer isso e as horas vagas, em respeito à atual empresa", diz o especialista.

Se a causa da insatisfação não for o salário, e sim a falta de qualidade de vida, ou o relacionamento ruim com o chefe ou a equipe, não descarte empregos com um salário menor do que o atual. Vale refletir sobre o que busca para si!

O lado positivo de procurar um emprego, enquanto está empregado, é que, por não estar desesperado, o profissional tem a oportunidade de escolher com calma a nova empresa, de maneira que se torna mais seletivo. Por fim, caso venha a conseguir outro emprego, por mais que esteja magoado ou insatisfeito com a atual empresa, é importante ser honesto e planejar a saída do emprego para que esta se dê de maneira tranquila.

"Não feche as portas. Se possível, cumpra o aviso prévio. Quite todas as suas obrigações profissionais antes de sair. Por exemplo, termine os projetos que já tinham prazo de entrega".

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